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Reflexões

“SAUDADES DE UM TEMPO QUE NÃO VOLTA MAIS!”

30 - crianças no mato

 

Por Vania B

 

Essa semana estou um tanto quanto nostálgica…

 

Saudades de um tempo onde tínhamos segurança, alegrias simples, amigos que estavam na mesma sintonia.

 

Sinto saudades de um tempo onde tínhamos alegrias simples, amigos que estavam na mesma sintonia.

Sinto saudades de um tempo onde tínhamos alegrias simples, amigos que estavam na mesma sintonia.

 

Assisti a um vídeo que mostrava como somos sobreviventes. Andávamos de bicicleta sem capacetes, de carrinhos de rolimã sem proteção, de automóvel sem cadeirinha ou cinto de segurança.

 

Andávamos de bicicleta sem capacetes, de carrinhos de rolimã sem proteção...

Andávamos de bicicleta sem capacetes, de carrinhos de rolimã sem proteção…

 

Lembro-me do grupo dos amigos da minha rua: jogávamos bolinha de gude, subíamos em arvores, ficávamos conversando até “altas horas” (devia ser perto de 22h).

 

Sempre achei as brincadeiras dos meninos mais empolgantes. Essa história de brincar de casinha, fazer comidinha, não me atraía (continua não atraindo).

 

Sempre achei as brincadeiras dos meninos mais empolgantes. Casinha nunca foi para mim.

Sempre achei as brincadeiras dos meninos mais empolgantes. Casinha nunca foi para mim.

 

Mas adorava andar na chuva.  Na saída do colégio, colocava o material em um plástico, esperava a chuva começar pra depois ir pra casa. Delícia!

 

Observo as crianças de hoje. Claro que cada época tem seu encanto, mas, às vezes, sinto uma espécie de pena.

 

As crianças de hoje têm agendas são lotadas de compromisso. Não sei se isso é bom.

As crianças de hoje têm agendas são lotadas de compromisso. Não sei se isso é bom.

 

Essa preocupação atual de ocupar as crianças, tornou-as mini super-executivos. Suas agendas são lotadas de compromisso: natação, tênis, balé, judô, inglês, roubam a alegria simples que tínhamos.

 

Criança precisa ter tempo pra brincar. Para se divertir!

Criança precisa ter tempo pra brincar. Para se divertir!

 

Enfim, são águas passadas. Voltar é impossível. Temos que viver aqui e agora, com a esperança que ainda vamos ter cidades onde a segurança permita que as crianças possam ter a felicidade de ser crianças de verdade.

 

Que um dia as crianças possam ter a felicidade de ser crianças de verdade!

Que um dia as crianças possam ter a felicidade de ser crianças de verdade!

 

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